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Mauricio Pires

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Silvio Alexandre Porto
Silvio Alexandre Porto
Comentário · há 2 anos
Cara Camila,

Me permita fazer umas considerações tendo em vista a minha experiência com estes assuntos. Inicialmente eu sou, pelo menos por enquanto, "computeiro" (fiz Informática). Você já pediu para alguém arrumar o seu computador "na faixa"? Irmão, namorado, sobrinho, vizinho, etc? Pois é, se não fez saiba que a maioria das pessoas fazem, tanto que surgiram camisetas do tipo "eu não irei consertar o seu computador", dentre outras bem interessantes.

Creio que a sua visão sobre o uso do Google pelo seu cliente está equivocada. O buscador do Google é formalmente chamado de indexador, ou seja, podemos pensar nele como um robô "fazedor de índices". Temos índices em livros e em bibliotecas (aquele armário, nas mais tradicionais) faz décadas e estes são atualizados respectivamente pelos editores dos documentos (editoras, ou quem o escreveu) e pelos bibliotecários (que fazem o catálogo).

É óbvio que a edição de um livro ou artigo cientifico é infinitamente mais formal do que todo o lixo que tem no Google, em volta de outros dados (uns bastante úteis ne outros extremamente irrelevantes) - que inclui o conteúdo de muitos livros -, de muito conhecimento tangíveis de adquirir e algumas informações. Veja, são três conjuntos: dados > conhecimento > informações sendo que o que o menor deles é a informação, ou seja, o que é realmente útil para os fins aos quais se deseja atingir em determinado momento. Dizem por ai que sorte é oportunidade mais conhecimento, e se pensarmos em conhecimento como habilidade para relacionar dados, então a sorte é simplesmente o casamento entre a necessidade de uma resposta e a posse dos dados que podem compor a mesma, por alguém que tem formadas as regras de relacionamento, num determinado instante. O "sortudo" terá a informação que necessita!

A diferença entre o Google e a biblioteca é que o primeiro é bem pouco criterioso, mas rápido e disponível em qualquer parte do mundo que tenha acesso à Internet livre, embora deva ser filtrado e não tenha o conteúdo de muitas publicações não tão públicas assim.

Então o seu cliente foi à biblioteca e resolveu o problema dele, e este problema nem deveria ser tão complexo, pelo menos dentro do que ele precisava, pois aparentemente conseguiu a informação para resolve-lo. Existe um engano geral da nação de que se você jogou o chapéu para cima no dia da formatura, então sabe tudo sobre aquela área, senão sabe nada, e isto é um engodo. Por isso faço minhas as palavras do professor Pierluigi Piazzi: "quem entra em uma universidade já deve chegar lá um autodidata". Não creio que seja produtivo ficar pasmo com alguém que aprendeu por si.

Quanto ao trabalho de graça, concordo. Tem que impor limite! Eu mesmo, que sou bonzinho demais, ando me policiando para fazer uns cortes no pessoal. Às vezes ainda caio em pecado, mas ando me rebelando...

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